quinta-feira, 10 de maio de 2012

Força de expressão, Liberdade



Um toque, um sussurro
um respirar , um tremor
nervosismo inconstante.
Meia-noite incerta
Na balada de um gigante.

Medo com medo
e nada de nada,
uma gargalhada
de rouquidão.
Desespero que contrasta
no choro de solidão.
 
Serei eu,
ou talvez, tu.
Como consequência
de um nós
Que o esquecimento
se encarrega de espezinhar!

Hoje, passo
e pergunto...
e isto, não me mata?
Pelo contrário!
Fortalece-te!
A liberdade não desaparece!

Daniela Geadas, 8ºE

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