
Chamo-me Aleinad, vivo em África, na Namíbia. Tenho apenas 15 anos, há aproximadamente dois anos que fiquei sem os meus pais, pois ambos morreram desidratados e com falta de alimentos.
Amanhã, dia 10 de maio, vou dar um passeio e percorrer os caminhos desertos do país, pode ser que me distraia e me ajude a passar o tempo.
Finalmente chegou o dia, agora estou numa aldeia perto da minha casa. De repente, sem esperar, encontrei um rapaz, tinha aproximadamente a minha idade e começou a falar comigo. Tinha olhos azuis, cabelo castanho escuro e curto, não era muito alto, mas era bastante simpático, alegre e humilde. Não temos muito em comum, pois eu sou alta, tenho os olhos verdes e vivo na solidão, enquanto Divad, o rapaz que conheci, vivia com os pais em Portugal e viera para a Namíbia para embarcar numa aventura de solidariedade e ajuda humanitária.
Nunca tivera um momento tão bom e de tanta alegria em toda a minha vida, sentia-
-me outra pessoa e, pela primeira vez, esbocei o meu primeiro sorriso… não queria parar, pois a alegria que sentia enchia-me todo o coração, parecia que os sentimentos estavam a explodir dentro de mim. Foi magnífico sentir-me acompanhada!
Agora, todas as manhãs eram passadas com os nossos sorrisos, as nossas conversas, as nossas memórias.
Começámos a conviver cada vez com mais frequência, aquele rapaz marcou-me e o meu sorriso também, pois é dos sorrisos que a vida é feita e são as boas recordações que nos fazem lembrar como a vida, para ser vivida, tem de ser sentida.
Amanhã, dia 10 de maio, vou dar um passeio e percorrer os caminhos desertos do país, pode ser que me distraia e me ajude a passar o tempo.
Finalmente chegou o dia, agora estou numa aldeia perto da minha casa. De repente, sem esperar, encontrei um rapaz, tinha aproximadamente a minha idade e começou a falar comigo. Tinha olhos azuis, cabelo castanho escuro e curto, não era muito alto, mas era bastante simpático, alegre e humilde. Não temos muito em comum, pois eu sou alta, tenho os olhos verdes e vivo na solidão, enquanto Divad, o rapaz que conheci, vivia com os pais em Portugal e viera para a Namíbia para embarcar numa aventura de solidariedade e ajuda humanitária.
Nunca tivera um momento tão bom e de tanta alegria em toda a minha vida, sentia-
-me outra pessoa e, pela primeira vez, esbocei o meu primeiro sorriso… não queria parar, pois a alegria que sentia enchia-me todo o coração, parecia que os sentimentos estavam a explodir dentro de mim. Foi magnífico sentir-me acompanhada!
Agora, todas as manhãs eram passadas com os nossos sorrisos, as nossas conversas, as nossas memórias.
Começámos a conviver cada vez com mais frequência, aquele rapaz marcou-me e o meu sorriso também, pois é dos sorrisos que a vida é feita e são as boas recordações que nos fazem lembrar como a vida, para ser vivida, tem de ser sentida.
Daniela Alvarinho, David Sezões
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