segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

LAGOA POÉTICA



Era um lugar magnífico. As águas verdes e azuis banhavam o centro da lagoa, onde os peixes cantavam, as algas dançavam e as correntes soavam. A areia dourada, que rodeava a água, era da cor da fidelidade, onde as plantas cresciam, as ervas nasciam e as sombras das plantas mexiam, levadas pela brisa fresca que escorria das nuvens. Ao fundo das águas, avistavam-se as belas montanhas com tamanha beleza, que preenchia a vida de uma paisagem. À direita, uma árvore cantava as músicas de uma criança a crescer, tinha folhagem para embelezar o tronco, que de uma curva brilhante crescia. Só o céu azul era preenchido por uma nuvem branca, que parecia o algodão onde toda a lagoa se deitava, quando as plantas paravam de cantar, as correntes de ondular e a brisa de flutuar.

Daniela Alvarinho, 8ºE

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