
CRESCER...
O tema deste poema é crescer. Um menino que sonhava ser grande e, ao mesmo tempo, permanecer criança. De forma poética, transmite tudo o que quer ser, as suas capacidades, os seus talentos, basicamente o seu feitio
Na primeira estrofe, o poeta transmite-nos que quando for grande quer continuar a ser acariciado e adorado pelas outras pessoas.
Na segunda estrofe, dá-nos a ideia de solidariedade. Quer continuar a ajudar, tanto quanto puder, tentando a chegar a todas as pessoas.
Na terceira estrofe, diz-nos que quando for grande quer ser forte e corajoso para conseguir ultrapassar os obstáculos e concretizar os seus objetivos.
Na quarta estrofe, o autor quer fazer parte da vida de outras pessoas, quer que sintam a sua falta quando não estiver presente, lembrando-o sempre por coisas positivas.
Na quinta estrofe, o rapaz tenta ajudar as pessoas sem fazer distinção, ajudando-as a derrubar os obstáculos.
Nas três estrofes seguintes, o autor faz uma síntese de tudo o que já tinha referido anteriormente. Acentua as ideias do poema de forma mais clara. Porém, na penúltima estrofe, faz como que um suspiro, um pensamento… para na última estrofe nos dizer que quando for grande quer voltar a ser criança para continuar a sonhar sobre o que quer ser!
Neste poema, os recursos expressivos presentes são a comparação ex. «Quando eu for grande quero ser como o rio dessa ponte (…)»; repetição ex. «Quando eu for grande…Quando eu for grande…»
Na primeira estrofe, o poeta transmite-nos que quando for grande quer continuar a ser acariciado e adorado pelas outras pessoas.
Na segunda estrofe, dá-nos a ideia de solidariedade. Quer continuar a ajudar, tanto quanto puder, tentando a chegar a todas as pessoas.
Na terceira estrofe, diz-nos que quando for grande quer ser forte e corajoso para conseguir ultrapassar os obstáculos e concretizar os seus objetivos.
Na quarta estrofe, o autor quer fazer parte da vida de outras pessoas, quer que sintam a sua falta quando não estiver presente, lembrando-o sempre por coisas positivas.
Na quinta estrofe, o rapaz tenta ajudar as pessoas sem fazer distinção, ajudando-as a derrubar os obstáculos.
Nas três estrofes seguintes, o autor faz uma síntese de tudo o que já tinha referido anteriormente. Acentua as ideias do poema de forma mais clara. Porém, na penúltima estrofe, faz como que um suspiro, um pensamento… para na última estrofe nos dizer que quando for grande quer voltar a ser criança para continuar a sonhar sobre o que quer ser!
Neste poema, os recursos expressivos presentes são a comparação ex. «Quando eu for grande quero ser como o rio dessa ponte (…)»; repetição ex. «Quando eu for grande…Quando eu for grande…»
NICOLE ANTUNES, 8ºE
O Tema deste poema é o medo de crescer e as capacidades que uma criança quer adquirir, pois ao longo do poema o sujeito poético vai falando sobre o que quer ser quando for adulto, até que no fim acaba por confessar que não quer crescer.
Na primeira e segunda estrofes, diz-nos que quando crescer quer continuar a receber carinho, tal como se fosse criança, referindo que se quer ” aquecer na mão de qualquer menino”.
Na terceira estrofe, dá-nos a ideia de que quer ser forte. O autor transmite-nos a ideia que todos o podem pisar, mas ele nunca irá gritar, será resistente.
A quarta estrofe dá-nos a entender que quer ser discreto mas, ao mesmo tempo, importante e essencial na vida dos que o cercam: “Quando for grande quero ser/ uma pedra de asfalto/, o que eu estou a fazer/ só se nota quando falto.”
Na quinta estrofe, manifesta o desejo de quando crescer ajudar todos, sem discriminar e sem esperar algo em troca, quer ser “ponte de uma a outra margem “ para unir e aproximar as pessoas.
Na sexta estrofe refere-se ao facto de querer avançar sem esquecer as suas origens e os seus princípios pois, como diz no poema, quer ser como um rio que nunca para de correr mas não esquece a sua fonte.
A sétima e a oitava estrofes reforçam todas as ideias anteriores.
Na nona e na décima estrofes, acaba por confessar que tem receio de crescer, pois nessa mesma estrofe o sujeito poético diz: “Quando eu for grande quero ter/ o tamanho que não tenho/ para nunca deixar de ser/ do meu exato tamanho”.
Na primeira e segunda estrofes, diz-nos que quando crescer quer continuar a receber carinho, tal como se fosse criança, referindo que se quer ” aquecer na mão de qualquer menino”.
Na terceira estrofe, dá-nos a ideia de que quer ser forte. O autor transmite-nos a ideia que todos o podem pisar, mas ele nunca irá gritar, será resistente.
A quarta estrofe dá-nos a entender que quer ser discreto mas, ao mesmo tempo, importante e essencial na vida dos que o cercam: “Quando for grande quero ser/ uma pedra de asfalto/, o que eu estou a fazer/ só se nota quando falto.”
Na quinta estrofe, manifesta o desejo de quando crescer ajudar todos, sem discriminar e sem esperar algo em troca, quer ser “ponte de uma a outra margem “ para unir e aproximar as pessoas.
Na sexta estrofe refere-se ao facto de querer avançar sem esquecer as suas origens e os seus princípios pois, como diz no poema, quer ser como um rio que nunca para de correr mas não esquece a sua fonte.
A sétima e a oitava estrofes reforçam todas as ideias anteriores.
Na nona e na décima estrofes, acaba por confessar que tem receio de crescer, pois nessa mesma estrofe o sujeito poético diz: “Quando eu for grande quero ter/ o tamanho que não tenho/ para nunca deixar de ser/ do meu exato tamanho”.
MARISA PASSOS, 8ºE
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