segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
LAGOA POÉTICA

Era um lugar magnífico. As águas verdes e azuis banhavam o centro da lagoa, onde os peixes cantavam, as algas dançavam e as correntes soavam. A areia dourada, que rodeava a água, era da cor da fidelidade, onde as plantas cresciam, as ervas nasciam e as sombras das plantas mexiam, levadas pela brisa fresca que escorria das nuvens. Ao fundo das águas, avistavam-se as belas montanhas com tamanha beleza, que preenchia a vida de uma paisagem. À direita, uma árvore cantava as músicas de uma criança a crescer, tinha folhagem para embelezar o tronco, que de uma curva brilhante crescia. Só o céu azul era preenchido por uma nuvem branca, que parecia o algodão onde toda a lagoa se deitava, quando as plantas paravam de cantar, as correntes de ondular e a brisa de flutuar.
Daniela Alvarinho, 8ºE
Daniela Alvarinho, 8ºE
SOLIDÃO AFRICANA

Estou com uma criança africana, uma criança triste, magoada, desesperada, solitária e cansada de viver, devido à rejeição, nomeadamente ao racismo.
Os seus olhos fundos brilham no meio do seu rosto negro e sujo, um rosto coberto por solidão, tristeza, mágoa e pelo desejo de poder ser uma criança alegre.
Os cabelos ondulados envolvem-lhe todo o rosto, aquecendo a doce pele amargada pelos acontecimentos da vida. Só duas lágrimas nascem dos olhos profundos e cristalinos da triste criança, duas lágrimas puras, límpidas, ternas e da cor de uma nuvem transparente, que reflete a magia e o significado da vida.
Ao fundo, um plano preto arrefece o dia anoitecido, fazendo contraste com a pele da criança, transcrevendo assim a bravura da solidão e pintando a vida da criança de uma cor negra que não preenche os vazios.
Os seus olhos fundos brilham no meio do seu rosto negro e sujo, um rosto coberto por solidão, tristeza, mágoa e pelo desejo de poder ser uma criança alegre.
Os cabelos ondulados envolvem-lhe todo o rosto, aquecendo a doce pele amargada pelos acontecimentos da vida. Só duas lágrimas nascem dos olhos profundos e cristalinos da triste criança, duas lágrimas puras, límpidas, ternas e da cor de uma nuvem transparente, que reflete a magia e o significado da vida.
Ao fundo, um plano preto arrefece o dia anoitecido, fazendo contraste com a pele da criança, transcrevendo assim a bravura da solidão e pintando a vida da criança de uma cor negra que não preenche os vazios.
Daniela Alvarinho, 8ºE
DESCREVENDO... personagens

Olhava bem para ela, aparentemente uma rapariga normal a passear o cão na rua. Tinha uns olhos azuis de forma arredondada que faziam lembrar o mar. A sua pele era clara e pura como a neve. A sua face era oval e tinha um nariz bem definido. As linhas do seu rosto estavam igualmente bem delineadas, como os esboços de um desenho. Tinha um sorriso muito encantador, com uns lábios cor de cereja e finos como os de uma boneca. A sua testa era alongada. Os seus cabelos estavam envoltos num lenço pelo que apenas era visível a sua cor castanho-clara como uma avelã.
Vestia roupa moderna e bonita. O lenço que lhe envolvia o cabelo era roxo, dando-lho um ar elegante. Um grande casacão de tom acastanhado protegia-a do frio. Usava ainda por baixo deste, um outro casaco às riscas brancas e pretas que lhe cobria o vestido preto e justo que fazia sobressair a sua silhueta elegante. Utilizava umas meias cor cinza que, juntamente com as botas pretas, completavam a sua toilete bastante moderna e elegante, num inverno rigoroso.
Passeava um cão pequeno que fazia lembrar um pequeno peluche que, por vezes, recebíamos na infância. Este, também vestido, usava uma blusa preta com uma caveira, talvez para parecer mais agressivo. O seu focinho era negro, a sua testa muito franzida. Os seus olhos eram castanhos de forma arredondada, enquanto as suas orelhas eram pontiagudas. O seu corpo era coberto de pelo curto e áspero, cor creme.
Marisa Passos, 8ºE
Vestia roupa moderna e bonita. O lenço que lhe envolvia o cabelo era roxo, dando-lho um ar elegante. Um grande casacão de tom acastanhado protegia-a do frio. Usava ainda por baixo deste, um outro casaco às riscas brancas e pretas que lhe cobria o vestido preto e justo que fazia sobressair a sua silhueta elegante. Utilizava umas meias cor cinza que, juntamente com as botas pretas, completavam a sua toilete bastante moderna e elegante, num inverno rigoroso.
Passeava um cão pequeno que fazia lembrar um pequeno peluche que, por vezes, recebíamos na infância. Este, também vestido, usava uma blusa preta com uma caveira, talvez para parecer mais agressivo. O seu focinho era negro, a sua testa muito franzida. Os seus olhos eram castanhos de forma arredondada, enquanto as suas orelhas eram pontiagudas. O seu corpo era coberto de pelo curto e áspero, cor creme.
Marisa Passos, 8ºE
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