
A propósito da exploração da obra Sexta-Feira ou A Vida Selvagem, de Michel Tournier, treinou-se a técnica do resumo. Optou-se por resumir a história de Andoar e Anda, que ajuda a perceber a relação do índio Sexta-Feira com os animais. Ficam alguns exemplos dos resumos produzidos.
Certo dia, Sexta-Feira encontrou uma cabrita que acolheu por estar ferida. Batizou-a de Anda. Afeiçoou-se à cabrita e vice-versa, fazenda com que esta nunca mais quisesse pastar sozinha. Um dia, algo estranho aconteceu. Anda estava nos seus braços (como de costume), mas no ar pairava um cheiro a bode. Sexta-feira não se importou com isso, porém, à meia-noite, acordou e viu que um bode o fitava: era Andoar, o rei dos bodes de Speranza. Entretanto, Anda debatia-se nos braços de Sexta-feira como que se quisesse soltar-se, porém, Sexta-feira agarrou-a e não a deixou ir.
No dia seguinte, Sexta-feira faz um colar de lianas mais bonito do que todos os outros que já fizera e foi procurar Andoar com o colar entre dentes, o que simbolizava a vitória que iria ter sobre Andoar. Viu-o no alto de um rochedo onde decorreu uma luta entre ambos, enquanto Anda assistia ao espetáculo. Em certo momento, Andoar parou de lutar, mas Sexta-Feira desequilibrou-se, fazendo-os cair do precipício. Andoar, permanecendo debaixo de Sexta-Feira, protegeu-o, evitando, assim, a sua morte.
Passado alguns dias, com as feridas já saradas, Sexta-Feira foi ver o cadáver de Andoar a que as formigas já tinham tirado a carne, deixando apenas os ossos e a pele com os quais fez uma harpa eólica, enrolando as tripas na carcaça da cabeça e pendurando as várias partes das tripas num cordel, deixando o vento tocar nesta harpa. Com a pele de Andoar fez uma espécie de papagaio (porque tinha um fascinio pelo ar e por voar) que lançou pelo ar dizendo em alto “voa Andoar, voa”.
Certo dia, Sexta-Feira encontrou uma cabrita que acolheu por estar ferida. Batizou-a de Anda. Afeiçoou-se à cabrita e vice-versa, fazenda com que esta nunca mais quisesse pastar sozinha. Um dia, algo estranho aconteceu. Anda estava nos seus braços (como de costume), mas no ar pairava um cheiro a bode. Sexta-feira não se importou com isso, porém, à meia-noite, acordou e viu que um bode o fitava: era Andoar, o rei dos bodes de Speranza. Entretanto, Anda debatia-se nos braços de Sexta-feira como que se quisesse soltar-se, porém, Sexta-feira agarrou-a e não a deixou ir.
No dia seguinte, Sexta-feira faz um colar de lianas mais bonito do que todos os outros que já fizera e foi procurar Andoar com o colar entre dentes, o que simbolizava a vitória que iria ter sobre Andoar. Viu-o no alto de um rochedo onde decorreu uma luta entre ambos, enquanto Anda assistia ao espetáculo. Em certo momento, Andoar parou de lutar, mas Sexta-Feira desequilibrou-se, fazendo-os cair do precipício. Andoar, permanecendo debaixo de Sexta-Feira, protegeu-o, evitando, assim, a sua morte.
Passado alguns dias, com as feridas já saradas, Sexta-Feira foi ver o cadáver de Andoar a que as formigas já tinham tirado a carne, deixando apenas os ossos e a pele com os quais fez uma harpa eólica, enrolando as tripas na carcaça da cabeça e pendurando as várias partes das tripas num cordel, deixando o vento tocar nesta harpa. Com a pele de Andoar fez uma espécie de papagaio (porque tinha um fascinio pelo ar e por voar) que lançou pelo ar dizendo em alto “voa Andoar, voa”.
Pedro Latas, 8ºE
Um dia, Sexta-Feira encontrou uma cabrinha da qual se tornou inseparável. Contudo, esta cabrinha (denominada Anda) começou a ser assediada pelo rei dos bodes (Andoar), abandonando Sexta-Feira. Por isso, Sexta-Feira determinou que iria lutar contra o bode.
Com a ambição de recuperar o amor de Anda, Sexta-Feira saiu ferido e derrotado, querendo uma desforra. Nessa segunda luta entre Sexta-Feira e o bode, ambos caíram num precipício: o bode morreu e Sexta-feira ficou novamente com Anda.
Sexta-feira reconheceu que Andoar lhe salvara a vida pelo facto de ter ficado debaixo de si durante a queda. Deste modo, decidiu homenageá-lo, fabricando um papagaio e uma harpa eólica com os seus restos mortais.
João Fernandes, 8ºE
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