Mansour Agilah era um jovem rapaz que vivia com os seus pais no Sri Lanka. Tal como grande parte da população do país, Mansour e a sua família tinham péssimas condições de vida, pois neste país dominam as ruas infestadas de lixo, falta de saneamento público, casas em ruínas e, sobretudo, um exagero de pessoas sem abrigo.
Certo dia, Mansour estava sozinho à noite, na rua, quando três indivíduos com um estranho aspeto passaram por ele e lhe perguntaram se queria sair do Sri Lanka e ir para a Europa para ter uma vida melhor. Mansour respondeu negativamente, pois a vida dele só fazia sentido se estivesse com os pais. Contudo, os três indivíduos agarraram-no e levaram-no violentamente para um armazém afastao de toda a população.
Nesse mesmo armazém, encontrava-se uma bela jovem chamada Aleinad Agirrab. Mansour reconheceu a rapariga de algum lado. Minutos depois, lembrou-se que o pai de Aleinad lha tinha prometido como noiva, quando fizesse quinze anos. Porém, a rapariga desaparecera, pois também ela havia sido raptada por aqueles três indivíduos.
Ao tentar aproximar-se da rapariga, sentiu-se um tremor de terra. A confusão estava lançada e Mansour aproveitou o caos gerado naquele armazém para escapar com Aleinad. Agarrou na mão da rapariga e fugiram. Já longe daquele local, finalmente respiraram de alívio. Aleinad olhou-o nos olhos, agradeceu-lhe e abraçou-o. Nesse preciso momento, sentiram que estavam destinados um para o outro.
Texto coletivo, elaborado por alunos do 8ºE e do 8ºF, no âmbito do projeto «Ler Mais, Escrever Melhor»





