
Quero ser grande para poder ser pequenina
Quando for grande quero ser pequenina,
quero ter o sorriso no olhar,
quero sentir dor sem me doer,
quero saber como é a magia de crescer…
quando for grande quero-me conhecer,
sentir a fantasia de viver,
quero pensar, repensar e voltar a pensar.
quando for grande quero decrescer,
para voltar a ser pequenina.
quero pensar como seria ser grande
e a ambição de começar a crescer.
quando for grande quero pintar o preto de branco,
quero escrever um poema sem papel,
quero semear sem sementes,
quero viver sem ter vida.
quando for grande quero enquadrar os quadrados que não são quadrangulares,
quero percorrer os caminhos que ainda não percorri,
quero ser a linha que separa a realidade da ficção,
quero ser os filmes em que não entro e aqueles em que sou a personagem principal,
quero ser a explicação para o que não pode ser explicado,
quero ter medo de não ter medo.
Às vezes quero pensar sem calcular,
achar sem procurar,
sonhar sem dormir,
decidir sem reflectir,
cantar sem falar,
ver o sol sem me encandear…
Mas sobretudo quero ser quem sou,
ter imaginação, lutar pelo meu coração,
quero crescer e decrescer,
para um dia a mim me poder conhecer…
Quero ser grande para poder ser pequenina,
quero conduzir a vida e passar os obstáculos que enfrento,
quero crescer para ter a alma de uma criança,
quero continuar a triunfar,
para um dia ao fim poder chegar.
Daniela Alvarinho, 8ºE
Quando for grande quero ser pequenina,
quero ter o sorriso no olhar,
quero sentir dor sem me doer,
quero saber como é a magia de crescer…
quando for grande quero-me conhecer,
sentir a fantasia de viver,
quero pensar, repensar e voltar a pensar.
quando for grande quero decrescer,
para voltar a ser pequenina.
quero pensar como seria ser grande
e a ambição de começar a crescer.
quando for grande quero pintar o preto de branco,
quero escrever um poema sem papel,
quero semear sem sementes,
quero viver sem ter vida.
quando for grande quero enquadrar os quadrados que não são quadrangulares,
quero percorrer os caminhos que ainda não percorri,
quero ser a linha que separa a realidade da ficção,
quero ser os filmes em que não entro e aqueles em que sou a personagem principal,
quero ser a explicação para o que não pode ser explicado,
quero ter medo de não ter medo.
Às vezes quero pensar sem calcular,
achar sem procurar,
sonhar sem dormir,
decidir sem reflectir,
cantar sem falar,
ver o sol sem me encandear…
Mas sobretudo quero ser quem sou,
ter imaginação, lutar pelo meu coração,
quero crescer e decrescer,
para um dia a mim me poder conhecer…
Quero ser grande para poder ser pequenina,
quero conduzir a vida e passar os obstáculos que enfrento,
quero crescer para ter a alma de uma criança,
quero continuar a triunfar,
para um dia ao fim poder chegar.
Daniela Alvarinho, 8ºE







