quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Os nossos poemas no «Faça lá um poema»



A Lua

Por definição: um astro,
Satélite natural da Terra,
Mais pequena, de cor branca
E separada por milhares de quilómetros.

A Lua, feita de queijo para alguns,
Insignificante para outros
E com admiradores de todo o sempre,
É indefinida.

A luz com a qual adormecemos,
E que até há pouco tempo, eu também não ligava,
Ilumina-me agora cada passo que dou,
A cada palavra que proclamo.

Penso na sua luz quando estou feliz,
Emociono-me a olhar para o céu.
Guia-me durante a noite
E nos sonhos mais sensíveis.

É a Lua,
A nossa Lua,
Aquela que nos dá um abraço quando mais ninguém o faz,
Que se apercebe que não estamos bem
E sem proclamar uma única palavra,
Faz com que nos sintamos melhores.

Nicole Antunes,
Nº21 8ºE

OS NOSSOS POEMAS NO «FAÇA LÁ UM POEMA»



As poetisas da turma concorreram ao concurso Faça lá um poema, do Plano Nacional de Leitura, com poemas lindos e profundos que refletem não só o seu gosto pela escrita e pelas palavras, como a sua interioridade, sensibilidade, sonho...


O coração

Comete loucuras,
Actos não pensados,
Processa as instruções do cérebro
E desobedeces-lhe determinado.

Sem ele não vivemos,
Sem ele não existíamos,
É ele que forma o nosso carácter
E define a nossa personalidade.

Sente coisas, jamais sentidas por outro órgão
Bate forte por aquela pessoa especial,
Diz coisas sem dizer
E faz paisagens magnificas.

É destroçado, e sem piedade,
Destroça todo o corpo.
É o nosso ponto fraco,
Aquele que nos deixa dias sem dormir.

Cientificamente, tem uma definição.
Para mim, algo que em nada se enquadra à realidade!
Não é um órgão, é o órgão:
Aquele que nos conta as mais belas histórias,
Aquele que nem sempre entendemos,
Mas sabemos que tem sempre razão.

Deixa-nos imóveis,
Por vezes tristes…
Para compensar, talvez,
Enche-nos de alegria e amor
nos melhores momentos.

É a base de todas as nossas decisões,
As más, as boas, as apaixonadas.
É algo essencial à vida,
Algo que por mais que tentemos,
Não podemos esquecer e retirar dentro de nós.

O coração sente amor, amizade,
Ódio e decepção.
O coração sente as melhoras coisas nos piores momentos.

É Rebelde:
Por vezes, ouvimos um ‘É melhor não!’
E contra todas as leias da física,
Lá fazemos o acto proibido.

Traz zangas, paixões,
Amores eternos e jovens.
O coração prepara-nos para a vida!

Distingue o bem do mal…
O certo do errado
E percebe, numa linguagem própria,
O que o cérebro se esforça para explicar.

O coração é tudo aquilo que nos define!

Nicole Antunes, 8ºE

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

O tabaco



Cada vez mais existem fábricas produtoras de tabaco e eu pergunto: Para quê? Na minha opinião, o tabaco não devia ser fabricado, pois não faz falta, antes pelo contrário, é muito prejudicial. Contudo, como ganham muito dinheiro a fabricá-lo, não se acaba com esta terrível produção.
Os homens ou as mulheres que fumam já pensaram nas consequências do tabaco? Além de sofrerem de uma dependência e de estarem a danificar a sua saúde, gastam imenso dinheiro com tal dependência. Se chegassem ao final do ano e somassem as despesas aplicadas neste vício, quase daria para comprar um carro, porém, infelizmente, esse dinheiro vai todo para os fabricantes.
Por isso, penso que a atitude correta seria acabar com as fábricas de tabaco, mas os fabricantes não deixarão que isso aconteça, pois o dinheiro está acima de tudo e há muita gente a ganhar dinheiro com esta produção.
Para terminar, há muitos portugueses que se queixam que estão em crise, contudo, continuam a comprar tabaco...
Diogo Cascalho, 8ºE

sábado, 18 de fevereiro de 2012

What is your favourite destination for holiday? The countryside, the seaside or a big city?









My perfect destination for holiday is the countryside. I’m a simple person and for my holiday I like going to a quiet place where I can be alone and think about things. For some people it’s boring, but for me it’s the ideal place: It’s beautiful and, although people don’t think like that, we can do a lot of things. It’s a nice place to play games, ride a bike and meet new people.
In my opinion, the city is too noisy and people can’t be alone for a long time. It isn’t a good place for holidays because, in my opinion, the whole point of holidays is relaxing and having a good time. In the city we can’t do it.
I also think that the seaside isn’t the best way to spend holidays. Although the beach and the sea are great, I prefer the silence to the noise. However we can do some great things in the seaside too: playing in the sand and building castles is every child’s dream, but I think that we can have the same or even more fun in the countryside.
In conclusion, I think that we can enjoy our holiday, do the same things and talk to other people but in a nicer and quieter place, like the countryside.
Nicole Antunes, 8ºE


The perfect destination for holidays is Hawaii, because it is beautiful and very exotic. It is a good island for a couple to spend their holidays, it is like a paradise.

Daniela Geadas, 8ºE


My perfect destination for holiday is the seaside although I love the city too.
The seaside is the perfect place to relax and forget the problems. The landscape is beautiful, I really like the sea and the sand. The sky is very blue. At sunset the seaside gets very beautiful. My favourite activities there are swimming and playing volleyball.
In the city I never get bored, I have a lot of things to do, for example, going to the cinema or going shopping…
The bad side of the city is the traffic and the confusion, but nothing is perfect.
In the countryside I have nothing to do, the only thing that I really like is the landscape, because it gives us a feeling of calm.
The seaside is the perfect destination for me because there I feel the smooth breeze and the smell of the sea, for me it´s like a paradise.
Marisa Passos, 8ºE






Changes by Leonor



I have changed a lot in the past two years. I look different, I have got a different style and different opinions.
I was much fatter than now. My hair is longer than two years ago. I’m much taller now. I wear make-up and jewellery, I have a lot of jeans and other clothes.
My favourite subjects are the same: History and Sciences.
Two years ago I didn’t go out at night, now I go to birthday parties. I don’t play any sport, but I listen to more music than two years ago, now I listen to different kinds of music.

I'm different now.

Leonor Ferreira, 8ºE

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Falta de cultura desportiva em Portugal



Hoje em dia, verificamos que existe um problema que, desde há muito, perdura em terras lusitanas, que está relacionado com o pouco conhecimento desportivo que a maioria da população tem e que provoca muitos conflitos, mortes, acidentes, feridos... Este problema está mais patente no futebol devido a ser o desporto que atrai mais espetadores e por ter toda uma mística em seu torno, que nem sempre é boa.
Na minha opinião, dever-se-ia aprender um pouco com os ingleses que têm um desportivismo e um fair-play notável! Nos estádios, nos sítios de convívio público raramente se tem problemas entre adeptos, já que estes são de uma correção exemplar. Apoiam as suas equipas, mas não enlouquecem nem perdem o juízo. Por exemplo, na Premier League, tal como em todos os campeonatos, há equipas que são despromovidas, no entanto, são aplaudidas de forma muito nobre e, apesar da tristeza que sentem os adeptos, não começam a partir cadeiras, a incendiar estádios, ao contrário do que algumas vezes acontece no nosso país, em que, por exemplo, no último jogo entre Benfica e Sporting, o estádio da Luz foi incendiado. Dessa vez, foram os apoiantes do Sporting, ainda assim, noutras situações, foram as claques do Benfica, Porto, Braga, Guimarães …
É claro que estou a falar apenas do caso do futebol, mas noutras modalidades, a que já assisti com muito gosto, o mesmo se sucede! Os árbitros são insultados, há confrontos dos adeptos, e ainda se isto pudesse ajudar os jogadores, porém, nem isso, as partidas ficam muito mais tensas e muitíssimo pior disputadas, ou seja, são claramente atitudes desnecessárias. Provavelmente, o râguebi é dos poucos desportos, senão o único, em que a competição é saudável. É verdade que o râguebi não está profissionalizado em Portugal, nem tem tanto dinheiro investido, contudo é o único desporto em que, no final dos jogos, os jogadores, adeptos e treinadores, de ambos os lados, vão jantar, conviver, divertir-se juntos. E não digo isto por ser praticante desta modalidade, digo isto porque é o que penso!
Porque não seguir os exemplos dos ingleses ou do râguebi? Dá que pensar, não dá ?
É obrigatório mudar a mentalidade portuguesa em relação ao desporto, dado que se tem uma forma de pensar demasiado rude e que não se adequa à realidade em que se vive atualmente. Sobretudo, porque senão o fizermos continuaremos a dar conta de mortes, feridos e outras situações desagradáveis.

João Lima, 8ºE

Condução em cinza



Alguém me sabe dizer o porquê das pessoas fumarem enquanto conduzem? Sem ser o cheiro que fica nos carros e o fumo a pairar no ar que é tão prejudicial para a saúde!
Parece que não têm tempo na vida para, em vez de fumarem nos carros e quase morrerem afogados em fumo, irem para a rua libertar aquele fumo e aquele cheiro, ao menos não prejudicariam as pessoas que os rodeiam. Mas calma! Ainda há situações piores, aqueles casos em que as pessoas fumam no carro, habitualmente com os vidros fechados e com as crianças lá dentro, isto sim, é uma falta de respeito para com os outros. Há pessoas tão pouco cívicas que, para além de fumarem dentro dos carros, ainda deitam os cigarros ardidos para o chão e ali ficam no fundo do carro, a fazer de visita para as pessoas que lá entram. Acham bem? Contudo, a sociedade já se está a revoltar, pois já proibiram os taxistas de fumarem enquanto conduzem, menos mal.
Já viram de que são feitos os cigarros? Aquilo é brutalmente prejudicial para a saúde, tabaco, com uma pitada de nicotina, enrolado num bocado de papel e voilà! É servido num pacote cheio de frases a dizer “ Fumar Mata” (mesmo assim as pessoas ainda não acreditam) e é embrulhado num bocado de plástico! O tempo que demora a fazer um cigarro que vai arder em menos de dois minutos!
Agora só falta as pessoas pensarem um bocadinho em si, nos outros, pensarem que fumar mata e que fumarem nos carros, enquanto conduzem, pode ser também um motivo de distração, pois também é desta forma que ocorrem bastantes acidentes. Todos deviam compreender e aceitar que não se deve fumar em condução, principalmente ao pé das crianças. As doenças e as mortes podem ser reduzidas, dependendo do pensamento e das atitudes das pessoas, pois, isto sim, pode mudar o mundo.

Daniela Alvarinho, 8ºE

De onde provêm as peles dos casacos chineses?



De facto, a ignorância é um estado de felicidade! Ninguém faz ideia de onde provêm as peles dos casacos chineses. A verdade é que os animais são torturados pelo Homem chinês, conduzindo-os à morte.
Recentemente, a PETA (organização ambiental) revelou um vídeo filmado numa fábrica chinesa, onde se produz casacos de peles. Nesse mesmo vídeo, demonstram a fabricação de um casaco de pele, o animal é espancado de uma forma desumana, até ficar num estado inconsciente. Por conseguinte, este é pendurado pela cauda e esfolado ainda vivo. O Homem chinês começa a cortar da cauda à cabeça do animal, cortando músculos e tendões.
Esta é, caros amigos, a vibrante e chocante das mais duras verdades que o Mundo enfrenta neste momento, de uma forma repugnante e horrível, esta sim é a ação do Homem na Terra!

Leonor Ferreira
Nº17 8ºE

Os gregos são os culpados



Os gregos são os culpados!
Agora que vejo a situação da Grécia com outros olhos, começo a perceber que a culpa não é totalmente dos partidos e do governo, pois este a qualquer momento de revolta ou manifestação pode mudar. Os culpados são os gregos e as gregas, que, a toda a hora, usam máscaras do carnaval passado, e vão para a rua partir tudo o que veem só porque lhes aumentaram os impostos, já para não dizer que, ao contrário do governo, eles são os únicos que se mantêm no sistema tempo suficiente para ver todos os governos falhados, e bem sucedidos, passar apesar de não ser o caso.
Comecei a pensar neste tema devido à televisão, que, mais uma vez, voltou às suas origens, as notícias más e desinteressantes, ainda que seja sempre inédito ver alguns miúdos de 13 anos a bater nos polícias com um taco de basebol.
É por causa de tudo isto que eu penso que dar dinheiro à Grécia é como deitar dinheiro ao ar.

João Santos
Nº 16 8ºE

As redes sociais



As redes sociais fazem parte da vida dos jovens. Qualquer pessoa consegue aceder a uma rede social e visitar o perfil de alguém que se encontre do outro lado do mundo. Porém, as redes sociais não têm só aspetos positivos…
O que aconteceu às crianças que andavam de bicicleta na rua e às que saltavam á corda? Estão no computador a falar com alguém numa rede social. Este é um dos problemas. Desde muito pequenas, as crianças criam um perfil numa rede social e os pais autorizam. A partir daí, as crianças já nem se lembram como é correr na rua e, quando chegam a casa, só pensam no que estará a acontecer numa das várias redes sociais a que pertencem.
Porém os problemas continuam, por exemplo, uma adolescente ingénua pode facilmente ser enganada e sair com alguém mal intencionado nunca viu.
Também seria possível enumerar os aspetos positivos de uma rede social, como por exemplo, uma forma de comunicação entre pessoas que partilham experiencia, conhecimentos… Assim, o sensato será se os pais dos jovens mantiverem um maior controlo e vigilância sobre os seus filhos.
Podemos, assim, concluir que, o facto das redes sociais serem úteis para a sociedade ou não, depende da utilização que cada um faz das mesmas, pois tudo tem um lado positivo e um lado negativo. Tudo é uma questão de bom senso.
Marisa Passos, 8ºE

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

As pequenas grandes senhoras



Cada vez mais, as raparigas de treze ou catorze anos vestem-se como adultas, agem como adultas, têm interesses de adultas … enfim , são umas pequenas grandes adultas !
É ridículo ver raparigas das escolas básicas, como a nossa, de saltos altos, malinhas ao ombro , livros nas mãos e maquilhadas como palhaços . No ensino secundário, talvez não fosse tão estranho … Não sei se fazem isto porque se acham superiores, mas a verdade é que o fazem e é absurdo! Não é que as pessoas não possam vestir-se e arranjar-se como queiram, mas isto já se tornou excessivo! Na minha opinião, estas raparigas não vêm para a escola aprender, vêm para passear a mala e dar uso aos saltos que a mãe comprou naquela loja toda chique.
E mais, aproveitam os intervalos para ir fumar um cigarrinho! Bem, um ou dois … Outra coisa que não faz sentido nenhum …
Começo a achar que tudo isto acontece porque elas acham que dá estilo, mas não dá, só tira! Não veem que fazem figurinhas tristes?!
Acredito que, no futuro, quando forem realmente senhoras e virem as figuras que realmente fizeram, vão ter vontade de voltar atrás e fazer tudo o que não fizeram por estarem demasiado ocupadas a brincarem às “ adultas “.
Ana Almeida, 8ºE

Os telemóveis



Vim falar dos telemóveis porque, hoje em dia, ninguém consegue viver sem um. Quem é que não usa telemóveis? Todos os dias, quando passo na rua, vejo, pelo menos, três pessoas a falar ao telemóvel. Só mesmo um velhote de noventa anos é que não deve ter um.
Há médicos que vão para a televisão falar das consequências que o telemóvel traz, mas quem é que liga a isso? Aposto que eles falam, falam, falam e têm para aí dois ou mais telemóveis.
Cada vez se fabricam mais telemóveis de melhor qualidade. Dantes, as pessoas só tinham um telemóvel para aí aos vinte anos, hoje em dia, um rapazinho de quatro anos já deve ter um.
Agora também há telemóveis de brincar para os bebés, deve ser para os preparar, assim, quando forem mais velhos, os pais já não precisam de perder o seu precioso tempo a ensiná-los a usar um.
Já ninguém consegue viver sem telemóvel, nem a minha avó!
Aquela “coisa” é um vício incrível, vai-se apoderando de nós sem darmos conta. É como o tabaco, ou pior! Mas faz menos mal…
Concluo que o telemóvel é um dos maiores vícios da atualidade.


Raquel Copeto, 8ºE

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Texto de opinião



O FUTEBOL E A SUA IMPORTÂNCIA

Não faz sentido um jogador de futebol ganhar mais do que um médico, um professor, um bombeiro, um enfermeiro … Os jogadores não salvam vidas, não ensinam, não protegem a sociedade, não fazem nada! Dão uns pontapés numa bola e ganham 100 000 euros ou mais, os médicos chegam a salvar mais de 50 pessoas por dia, nas urgências, e ganham 3000 euros!
Não sei o que é que os jogadores produzem para ganhar tanto! Deve ser porque podem partir um pé e tornar-se um caso grave, mas aí, mais uma vez, entram os médicos, que vão tratar da “ dorzinha “ do senhor jogador.
As primeiras notícias que obrem os telejornais têm sempre algo a ver com o futebol, ou são as transferências de inverno, ou do verão, ou do meio dia, ou das 4 da tarde , ou então foi aquele que ganhou ao outro e o senhor jogador que se lesionou, enquanto há noticias de muito mais interesse social .
Se um jogador de futebol tiver um filho que tenha uma doença oncológica, degenerativa, ou algo do género , o país fica em choque e todos se oferecem para ajudar , mas esquecem-se das outras crianças que já tinham uma destas doenças e que nunca tiveram tanta gente a querer apoiar .
Na minha opinião, o futebol passou de desporto a negócio e penso que os média contribuem para isso. Penso que se devia dar mais importância às outras profissões, realmente importantes: os médicos, os professores, os bombeiros, os enfermeiros, os polícias. Estes sim, dever-se-iam converter em jogadores da bola! Também quem não sabe dar uns toques e marcar uns golinhos? E se for o inverso? Tens tosse? Há um bocadinho de xarope de cenoura caseiro. Há um fogo? Vai buscar a carne para assar. Foste assaltado? Muda a fechadura e reza!
Ana Almeida, 8ºE

TEXTO DE OPINIÃO



VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

O tema da violência doméstica interessa-me porque é um assunto que, infelizmente, permanece na sociedade e porque é, de facto, um tema que nos deixa a pensar porque é que há pessoas a chegar a tal ponto de estupidez e de agressividade.
Eu penso que este assunto é extremamente importante, pois há pessoas tão egoístas e tão irracionais que conseguem ser violentas e agressivas para com a sua mulher / marido. Este facto é mais existente nos homens, pois eles, por vezes, são os que têm mais força, no entanto, também há mulheres a agredir os seus maridos.
Acho que há uma total falta de racionalidade e de equilíbrio nas pessoas que agridem os seus conjuges, muitas vezes, sem motivo nenhum ou por um motivo que se poderia resolver por palavras ... falando, tal como se deviam resolver todos os outros problemas que não foram bem esclarecidos entre as pessoas.
Espero que as pessoas mudem de atitude, porque acho horrível quando alguém bate noutra pessoa, por vezes mais fraca, e quando, principalmente, se torna num ato constante.
Helena David, 8ºE

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Changes by Carolina



Introduction

I’ve changed a lot in the past five years. I think different, I do different things, I dress different and I look different.

Likes and dislikes

I didn’t use to care much about music, TV shows or films and I used to read childish books. Now I’m more interested in that kind of entertainment and I read more adult books.

School

Five years ago, I didn’t go to the same school I go now. I was at primary school. My favourite subject was Portuguese, but now I prefer Sciences. Now there’s a lot of work to do, more than five years ago. Now there’s several times more teachers than five years ago, when there was just one.


Appearance

I used to wear short hair. I didn’t use to wear many kinds of accessories, just some earrings, but now I love wearing jewellery, scarves and so on. My style changed too, because my mum used to choose me smart clothes, but now I choose my own clothes, so I have a casual style.


Conclusion

I think my life is cooler now than it was five years ago. Although I have to work harder, I’m more independent, I think for myself in every way, however sometimes I ask for my mum’s opinion too.

Carolina Martins, 8ºE

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Changes by Nicole



I have changed a lot since I was a child. I look different, I do different things and I have different opinions.
My hair used to be short and straight, now it is curly and very long. My style of clothes hasn’t changed too much: I still wear sporty jeans and a T-shirt, with no make-up.
My habits are different too: a couple of years ago, I used to get up at half past eight because I only had school at nine o’clock, now I’m in the 8th grade and school has become harder. I have to get up at seven not to be late. My favourite school subject was Portuguese, but now I prefer History.
I used to do a lot of sports, but now I only go running with my dad at the weekends.
I made my real friends too, that are constantly helping me without waiting for anything in return.
Now I feel more independent and able to make some decisions. I also have to work harder, but for a good goal. I think I have really grown up in terms of attitudes and the way of thinking.


Nicole Antunes, 8ºE

domingo, 5 de fevereiro de 2012

DIVULGAÇÃO DE BLOGUE

No âmbito da disciplina semestral de Música, os alunos desenvolveram o projeto "As TIC no Ensino da Música". Já está online o blogue sobre este projeto que inclui os trabalhos realizados pelos alunos (músicas e capas do CD).

Pode ser consultado em :http://ejaymix.blogspot.com/ . As músicas dos alunos encontram-se na secção "Músicas e DJ's"

sábado, 4 de fevereiro de 2012

MY TOWN - 50 YEARS AGO AND NOW




I live in a small town in the south of Portugal, Évora; fifty years ago the town was a bit different.
It was smaller and the buildings used to be new and much smaller. There didn`t use to be big buildings. Now the buildings are bigger, more modern and there is an ecologic and aesthetic worry about them. The shops were smaller and in the centre of the town and people used to know their owners. Nowadays there are shopping centres with big stores and nobody really knows who the property owners are.
Transport has changed too. Fifty years ago people used to travel on foot to reach places in the town or by train if they had to do something out of the town, because almost anybody had a private transport, like cars. Now almost everyone has his own car, but the aged people still go to places on foot, although nowadays we have buses.
My grandparents say that fifty years ago there wasn’t much to do, although there was a cinema, a theatre and men used to meet in the Arcada’s café. The theatre and the café are still there, but now there isn’t any cinema, yet! On the other hand, nowadays there are lots of sport clubs, night clubs and restaurants where people meet.
In conclusion, people were closer and everyone knew everything about the others, however, in my opinion, privacy is better.
Carolina Martins, 8ºE


I’m Nicole and I’m thirteen years old. I live in Évora with my parents and my two brothers.
No one in my family actually lived in Évora, in fact, my parents were the first ones to come to this city, in 1995. According to what some people told me, the place where I live used to be a camp full of trees. It must have been amazing!
Fifty years ago, everybody knew each other and it was save going through the streets; now, we have to be very careful and people’s relationships are not the same. In my opinion, fifty years ago people gave more value to things. Now, children don’t know what it is like playing the mixer or the joy of playing hide and seek.
Fifty years ago, there were no mobile phones, computers or mp3. A simple kid could do a ball of rags. At the time, those who didn’t have a car, had to walk for hours, but now we have so many ways of travelling.
Fifty years ago, there were no sport centers or night clubs. People went to the theatre or to the cinema. Even the clothes have changed: Fifty years ago, women often wore dresses and men wore very elegant suits. At that time, the music that reigned was rock, like The Beatles; now there are so many opportunities and everyone can show their talent.
In conclusion, I think that life was quieter then and the opportunities were less, but if I had to choose, I would prefer to live fifty years ago!

Nicole Antunes, 8ºE



I live in a small town in the south of Portugal. 50 years ago the town was very different, it was smaller and most of the buildings were very old, there didn't use to be modern buildings.
Now there are some blocks of flats. People used to travel by train but now they drive their cars and there is a motorway.
50 years ago there was a cinema, now there is a sports centre and an amusement arcade.
In conclusion, life was very different, but in my opinion it's better now.
Helena David, 8ºE

















quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

O casamento real







União entre Teseu e Hipólita

Ontem, Teseu, o duque de Atenas e Hipólita, a rainha das Amazonas, cessaram as guerras. Estes antigos inimigos festejaram um casamento, que se prolongou pelo resto da noite, no palácio real.
A cerimónia religiosa iniciou-se por volta das dezoito horas e a esta sucedeu-se um banquete que contou com as mais finas iguarias. O serão terminou com a representação de uma peça sobre o romance de Píramo e Tisbe, representada por alguns artesãos atenienses. Neste casamento, que foi importante para a união de ambas as pátrias, o casal partilhou a sua felicidade com outros dois pares de jovens nobres atenienses conhecidos do Duque, que tiveram a oportunidade de selar os votos junto dos atuais Duques de Atenas.
Os recém-casados declararam: “Todos nós concordamos, quando afirmamos calorosamente, aqui e agora, que este é, sem dúvida, o dia mais feliz das nossas vidas e é maravilhoso o facto de o pudermos partilhar com todos os presentes.”


Notícia elaborada por Carolina Martins, Daniela Alvarinho e João Lima, do 8ºE, no âmbito do projeto LER+ Escrever Melhor