sábado, 18 de fevereiro de 2012

What is your favourite destination for holiday? The countryside, the seaside or a big city?









My perfect destination for holiday is the countryside. I’m a simple person and for my holiday I like going to a quiet place where I can be alone and think about things. For some people it’s boring, but for me it’s the ideal place: It’s beautiful and, although people don’t think like that, we can do a lot of things. It’s a nice place to play games, ride a bike and meet new people.
In my opinion, the city is too noisy and people can’t be alone for a long time. It isn’t a good place for holidays because, in my opinion, the whole point of holidays is relaxing and having a good time. In the city we can’t do it.
I also think that the seaside isn’t the best way to spend holidays. Although the beach and the sea are great, I prefer the silence to the noise. However we can do some great things in the seaside too: playing in the sand and building castles is every child’s dream, but I think that we can have the same or even more fun in the countryside.
In conclusion, I think that we can enjoy our holiday, do the same things and talk to other people but in a nicer and quieter place, like the countryside.
Nicole Antunes, 8ºE


The perfect destination for holidays is Hawaii, because it is beautiful and very exotic. It is a good island for a couple to spend their holidays, it is like a paradise.

Daniela Geadas, 8ºE


My perfect destination for holiday is the seaside although I love the city too.
The seaside is the perfect place to relax and forget the problems. The landscape is beautiful, I really like the sea and the sand. The sky is very blue. At sunset the seaside gets very beautiful. My favourite activities there are swimming and playing volleyball.
In the city I never get bored, I have a lot of things to do, for example, going to the cinema or going shopping…
The bad side of the city is the traffic and the confusion, but nothing is perfect.
In the countryside I have nothing to do, the only thing that I really like is the landscape, because it gives us a feeling of calm.
The seaside is the perfect destination for me because there I feel the smooth breeze and the smell of the sea, for me it´s like a paradise.
Marisa Passos, 8ºE






Changes by Leonor



I have changed a lot in the past two years. I look different, I have got a different style and different opinions.
I was much fatter than now. My hair is longer than two years ago. I’m much taller now. I wear make-up and jewellery, I have a lot of jeans and other clothes.
My favourite subjects are the same: History and Sciences.
Two years ago I didn’t go out at night, now I go to birthday parties. I don’t play any sport, but I listen to more music than two years ago, now I listen to different kinds of music.

I'm different now.

Leonor Ferreira, 8ºE

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Falta de cultura desportiva em Portugal



Hoje em dia, verificamos que existe um problema que, desde há muito, perdura em terras lusitanas, que está relacionado com o pouco conhecimento desportivo que a maioria da população tem e que provoca muitos conflitos, mortes, acidentes, feridos... Este problema está mais patente no futebol devido a ser o desporto que atrai mais espetadores e por ter toda uma mística em seu torno, que nem sempre é boa.
Na minha opinião, dever-se-ia aprender um pouco com os ingleses que têm um desportivismo e um fair-play notável! Nos estádios, nos sítios de convívio público raramente se tem problemas entre adeptos, já que estes são de uma correção exemplar. Apoiam as suas equipas, mas não enlouquecem nem perdem o juízo. Por exemplo, na Premier League, tal como em todos os campeonatos, há equipas que são despromovidas, no entanto, são aplaudidas de forma muito nobre e, apesar da tristeza que sentem os adeptos, não começam a partir cadeiras, a incendiar estádios, ao contrário do que algumas vezes acontece no nosso país, em que, por exemplo, no último jogo entre Benfica e Sporting, o estádio da Luz foi incendiado. Dessa vez, foram os apoiantes do Sporting, ainda assim, noutras situações, foram as claques do Benfica, Porto, Braga, Guimarães …
É claro que estou a falar apenas do caso do futebol, mas noutras modalidades, a que já assisti com muito gosto, o mesmo se sucede! Os árbitros são insultados, há confrontos dos adeptos, e ainda se isto pudesse ajudar os jogadores, porém, nem isso, as partidas ficam muito mais tensas e muitíssimo pior disputadas, ou seja, são claramente atitudes desnecessárias. Provavelmente, o râguebi é dos poucos desportos, senão o único, em que a competição é saudável. É verdade que o râguebi não está profissionalizado em Portugal, nem tem tanto dinheiro investido, contudo é o único desporto em que, no final dos jogos, os jogadores, adeptos e treinadores, de ambos os lados, vão jantar, conviver, divertir-se juntos. E não digo isto por ser praticante desta modalidade, digo isto porque é o que penso!
Porque não seguir os exemplos dos ingleses ou do râguebi? Dá que pensar, não dá ?
É obrigatório mudar a mentalidade portuguesa em relação ao desporto, dado que se tem uma forma de pensar demasiado rude e que não se adequa à realidade em que se vive atualmente. Sobretudo, porque senão o fizermos continuaremos a dar conta de mortes, feridos e outras situações desagradáveis.

João Lima, 8ºE

Condução em cinza



Alguém me sabe dizer o porquê das pessoas fumarem enquanto conduzem? Sem ser o cheiro que fica nos carros e o fumo a pairar no ar que é tão prejudicial para a saúde!
Parece que não têm tempo na vida para, em vez de fumarem nos carros e quase morrerem afogados em fumo, irem para a rua libertar aquele fumo e aquele cheiro, ao menos não prejudicariam as pessoas que os rodeiam. Mas calma! Ainda há situações piores, aqueles casos em que as pessoas fumam no carro, habitualmente com os vidros fechados e com as crianças lá dentro, isto sim, é uma falta de respeito para com os outros. Há pessoas tão pouco cívicas que, para além de fumarem dentro dos carros, ainda deitam os cigarros ardidos para o chão e ali ficam no fundo do carro, a fazer de visita para as pessoas que lá entram. Acham bem? Contudo, a sociedade já se está a revoltar, pois já proibiram os taxistas de fumarem enquanto conduzem, menos mal.
Já viram de que são feitos os cigarros? Aquilo é brutalmente prejudicial para a saúde, tabaco, com uma pitada de nicotina, enrolado num bocado de papel e voilà! É servido num pacote cheio de frases a dizer “ Fumar Mata” (mesmo assim as pessoas ainda não acreditam) e é embrulhado num bocado de plástico! O tempo que demora a fazer um cigarro que vai arder em menos de dois minutos!
Agora só falta as pessoas pensarem um bocadinho em si, nos outros, pensarem que fumar mata e que fumarem nos carros, enquanto conduzem, pode ser também um motivo de distração, pois também é desta forma que ocorrem bastantes acidentes. Todos deviam compreender e aceitar que não se deve fumar em condução, principalmente ao pé das crianças. As doenças e as mortes podem ser reduzidas, dependendo do pensamento e das atitudes das pessoas, pois, isto sim, pode mudar o mundo.

Daniela Alvarinho, 8ºE

De onde provêm as peles dos casacos chineses?



De facto, a ignorância é um estado de felicidade! Ninguém faz ideia de onde provêm as peles dos casacos chineses. A verdade é que os animais são torturados pelo Homem chinês, conduzindo-os à morte.
Recentemente, a PETA (organização ambiental) revelou um vídeo filmado numa fábrica chinesa, onde se produz casacos de peles. Nesse mesmo vídeo, demonstram a fabricação de um casaco de pele, o animal é espancado de uma forma desumana, até ficar num estado inconsciente. Por conseguinte, este é pendurado pela cauda e esfolado ainda vivo. O Homem chinês começa a cortar da cauda à cabeça do animal, cortando músculos e tendões.
Esta é, caros amigos, a vibrante e chocante das mais duras verdades que o Mundo enfrenta neste momento, de uma forma repugnante e horrível, esta sim é a ação do Homem na Terra!

Leonor Ferreira
Nº17 8ºE

Os gregos são os culpados



Os gregos são os culpados!
Agora que vejo a situação da Grécia com outros olhos, começo a perceber que a culpa não é totalmente dos partidos e do governo, pois este a qualquer momento de revolta ou manifestação pode mudar. Os culpados são os gregos e as gregas, que, a toda a hora, usam máscaras do carnaval passado, e vão para a rua partir tudo o que veem só porque lhes aumentaram os impostos, já para não dizer que, ao contrário do governo, eles são os únicos que se mantêm no sistema tempo suficiente para ver todos os governos falhados, e bem sucedidos, passar apesar de não ser o caso.
Comecei a pensar neste tema devido à televisão, que, mais uma vez, voltou às suas origens, as notícias más e desinteressantes, ainda que seja sempre inédito ver alguns miúdos de 13 anos a bater nos polícias com um taco de basebol.
É por causa de tudo isto que eu penso que dar dinheiro à Grécia é como deitar dinheiro ao ar.

João Santos
Nº 16 8ºE

As redes sociais



As redes sociais fazem parte da vida dos jovens. Qualquer pessoa consegue aceder a uma rede social e visitar o perfil de alguém que se encontre do outro lado do mundo. Porém, as redes sociais não têm só aspetos positivos…
O que aconteceu às crianças que andavam de bicicleta na rua e às que saltavam á corda? Estão no computador a falar com alguém numa rede social. Este é um dos problemas. Desde muito pequenas, as crianças criam um perfil numa rede social e os pais autorizam. A partir daí, as crianças já nem se lembram como é correr na rua e, quando chegam a casa, só pensam no que estará a acontecer numa das várias redes sociais a que pertencem.
Porém os problemas continuam, por exemplo, uma adolescente ingénua pode facilmente ser enganada e sair com alguém mal intencionado nunca viu.
Também seria possível enumerar os aspetos positivos de uma rede social, como por exemplo, uma forma de comunicação entre pessoas que partilham experiencia, conhecimentos… Assim, o sensato será se os pais dos jovens mantiverem um maior controlo e vigilância sobre os seus filhos.
Podemos, assim, concluir que, o facto das redes sociais serem úteis para a sociedade ou não, depende da utilização que cada um faz das mesmas, pois tudo tem um lado positivo e um lado negativo. Tudo é uma questão de bom senso.
Marisa Passos, 8ºE