
O poema «Lágrima de Preta», de António Gedeão, fala-nos sobre a igualdade de direitos e da luta constante contra o racismo. Transmite-nos a mensagem de que somos todos iguais e que não devemos julgar os outros pela aparência ou qualquer diferença para connosco.
O título deste poema justifica-se pois «Lágrima», neste caso, é o que nos vai permitir perceber a ideia principal do texto quando o poeta a analisa e confirma que é uma lágrima igual à nossa; «Preta», para marcar a diferença, simbolizar outra raça, ao lermos o poema percebemos que tirando a cor da pele, é como nós.
Todas as estrofes do poema nos transmitem a mesma ideia, no entanto, na primeira estrofe, o autor encontra a rapariga de cor a chorar, pede-lhe uma lágrima para a analisar, curioso do resultado.
Nas estrofes seguintes, percebemos que a está a analisar e, suspeito em relação ao resultado, faz todos os testes necessários. Porém, na última estrofe, o autor percebe que tal lágrima é igual às nossas lágrimas, o que nos dá uma grande lição de vida:
Não devemos julgar as outras pessoas pela cor, raça, sexo ou simplesmente porque são um pouco diferentes. Temos é que olhar mais fundo, e sem ter que analisar seja o que for, percebemos que são como nós!
NICOLE ANTUNES, 8ºE
O título deste poema justifica-se pois «Lágrima», neste caso, é o que nos vai permitir perceber a ideia principal do texto quando o poeta a analisa e confirma que é uma lágrima igual à nossa; «Preta», para marcar a diferença, simbolizar outra raça, ao lermos o poema percebemos que tirando a cor da pele, é como nós.
Todas as estrofes do poema nos transmitem a mesma ideia, no entanto, na primeira estrofe, o autor encontra a rapariga de cor a chorar, pede-lhe uma lágrima para a analisar, curioso do resultado.
Nas estrofes seguintes, percebemos que a está a analisar e, suspeito em relação ao resultado, faz todos os testes necessários. Porém, na última estrofe, o autor percebe que tal lágrima é igual às nossas lágrimas, o que nos dá uma grande lição de vida:
Não devemos julgar as outras pessoas pela cor, raça, sexo ou simplesmente porque são um pouco diferentes. Temos é que olhar mais fundo, e sem ter que analisar seja o que for, percebemos que são como nós!
NICOLE ANTUNES, 8ºE




